O diálogo entre os artistas da Blau Projects e Portas Vilaseca é o tema da curadoria de Mario Gioia. Ele aproxima artistas como Andrey Zignnatto e Daniel Murgel, por exemplo, que abordam a questão do espaço e têm trabalhos escultóricos. Daniel apresenta as obras Estudo número 4 para Design da Turbação, de 2015; Projeto para ofendículo Cobogó para cadeira "U” do Joaquim Tenreiro, de 2015; Design da Turbação – Ofendículo Cobogó para cadeira "U” do Joaquim Tenreiro, de 2015; Estudo fundamental para Design da Turbação, de 2015;Estudo nº 5 para Design da Turbação, de 2015; Projeto para ofendículo Leque para poltrona leve Oscar, do Sérgio Rodrigues, de 2015; Design da Turbação – Ofendículo Leque para Poltrona leve Oscar, do Sérgio Rodrigues, de 2015; e Andrey Zignnatto apresenta duas obras sem título, datadas de 2017. Numa delas, da sérieManta, assenta tijolos de descarte em uma cadeira de madeira. Noutra, faz uma composição de cobogós e cimento.

 

Animais taxidermizados e questionamentos a respeito do sistema de arte são temas comuns a Vítor Mizael e Raquel Nava, também presentes na exposição. Enquanto Vítor apresenta um tecido cobrindo uma ave empalhada sobre madeira na obra Sem título, de 2016, Nava mostra #1, da série A medida de todas as coisas,de 2015, e Pausa, com colaboração com Luiz Olivieri, de 2015.

 

Os artistas cariocas Gabriel Secchin e Bruno Drolshagen -que inclusive já dividiram atelier- têm como foco a pintura. "Eles têm a dedicação ao pictórico, mas com o detalhamento em pequena escala”, conta Mario Gioia. Bruno apresenta a pintura Sem título (2016), e três bordados, todos Sem título, criados em 2017. Já Gabriel apresenta as pinturas A estrada mais longa, de 2016; além da instalação de pintura com dois regadores de plástico Verde e vermelho dá marrom (Toomba), também de 2016.

 

Dois artistas têm espaços exclusivos na exposição: O baiano Ayrson Heráclito, representado pelas duas galerias, apresenta a obra História do futuro – Baobá: o capítulo da agromancia (2014), da série Mitologias Africanas. A obra de Ayrson está em exposição também na Bienal de Veneza, que segue até dia 23 novembro. E a pintora carioca radicada em Nova York Cela Luz, com seu trabalho intuitivo, mostra telas de 2017, como Swinging. Utilizando materiais diversos – o óleo, o pastel (seco e oleoso) e o carvão, entre outros -, Cela cria em geral trabalhos de grande escala, de cromatismo sedutor e grande lirismo.

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